Receita – Arroz de jambu acompanhado com peixe grelhado

ARROZ COM JAMBU E PEIXE

Que tal comer aquele arroz com Jambu acompanhado de um peixe grelhado?

Quer aprender a fazer?

Ingredientes:

02 colheres de sopa de azeite.

02 dentes de alho.

½ xícara de jambu pré cozido

01 xícara de arroz cozido

01 posta de peixe grelhado

Sal a gosto.

 

Modo de preparo:

  1. Picar o alho e o jambu.
  2. Em uma frigideira colocar 1 colher de azeite para esquentar e refogar o alho com jambu.
  3. Juntar o arroz e corrigir de sal.

 

Modo de servir:

  1. servir com peixe e regar com azeite pra finalizar.

 

Acompanhe a receita em nosso canal no youtube: https://youtu.be/loQPn9Bjigs

 

Elaborado pelo chef Felipe Gemaque

Receita – Petit Four com geleia de açaí

O Tradicional Petit Four Francês, agora também feito com a geleia de açaí da Manioca. Que tal tentar testar a receita?

 

INGREDIENTES

130g de geleia de açai

250g de farinha de trigo

150g de manteiga

1/4 de xícara de chá de açúcar

30g de gema

 

MODO DE PREPARO

Misture: Farinha de trigo, açúcar, manteiga e a gema. Faça bolinhas com um furo ao meio e recheie com a geleia de açaí, após leve ao forno em temperatura de 150º, durante 30 minutos.

 

MODO DE SERVIR

Após retirar do forno, seu prato estará pronto para servir!

Receita criada pela estudante de Gastronomia Vânia Barros.

 

 

Receita – Banana flambada com licor de Jamburana

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O nosso poderoso Licor de Jamburana, agora usado para flambar comidas.

Quer aprender a fazer? Só dar uma lidinha na receita!!

Ingredientes
2 bananas pratas
½ colher de sopa de manteiga
1 dose de licor de jamburana

Modo de preparo
Cortar as bananas ao meio no sentido do comprimento.
Em uma frigideira colocar a manteiga e fritar as bananas até que estejam douradas dos 2 lados.
Colocar o licor e flambar.

Modo de servir
Retire as bananas da frigideira e coloque no prato;
Acrescente a calda em cima da banana;
Decore seu prato (se quiser);

E pronto, agora só saborear!!!

 

Acompanhe a receita em nosso canal no youtube: https://youtu.be/O4UimYDBuIs

 

Elaborado pelo chef Felipe Gemaque

Receita – Monteiro Lopes – Sabor Paraense

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O famoso monteiro Lopes, doce tradicional Paraense, chega a sua mesa, com um toque especial do açúcar aromatizado com Cumaru da Manioca, a combinação perfeita dos sabores da Amazônia. Quer aprender a fazer? É só acompanhar nossa receita, é simples e fácil.

Ingredientes (Massa):
500g de farinha de trigo;
300g de açúcar;
330g de manteiga;
01 unidade de gema;

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes, depois de misturados, comece a fazer os biscoitinhos e coloque no forno deixando de 15 a 20 minutos a uma temperatura de 180°.

Ingredientes (Calda):
500g de açúcar
250g de chocolate em pó
250g de Nescau
350ml de água

Modo de preparo:

  1. Ferver a água com açúcar quando estiver como uma calda misture o Nescau e o chocolate já dissolvido.
  2. Quando começar a ferver desligar o fogo.
  3. Passe os biscoitos assados pela calda e deixe escorrer um pouco.

Ingredientes para finalização:
250g de Açúcar aromatizado com Cumaru

Modo de servir:
Depois de tirar o excesso da calda, finalize passando no açúcar aromatizado com Cumaru.

E pronto, agora é só servir!!

 

Acompanhe nossa receita no youtube: https://youtu.be/1fw2V8e2kCw

 

 

Elaborado pelo chef Felipe Gemaque

Receita – Rosbife de Filé com Tucupi Preto

Receita Filé com Tucupi Preto

O Molho de Tucupi Preto tempera a carne adicionando um sabor único na sua cozinha. E ainda é natural e tem 60% menos sódio que o Molho Shoyu.

Ingredientes:
1 kg de Filé Bovino, cortado em 4 pedaços
25 grs de Tucupi Preto
100 grs de Manteiga
A gosto Sal

Modo de Preparo:
Misture o tucupi preto com a manteiga e reserve.
Tempere os filés com sal e a manteiga com tucupi preto e deixe descansar por 10 minutos.
Em uma frigideira bem quente sele os filés e leve ao forno pré aquecido em 200 graus por 10 minutos, fatie e reserve-os.

Sugestão de Acompanhamento: Arroz aromatizado com Catinga de Mulata

Ingredientes:
1 kg de Arroz pronto
10 folhas de Catinga de Mulata ou Manjericão
50 grs de Manteiga
200 ml Agua
75 ml de Creme de leite

Modo de Preparo:
Em uma panela coloque a manteiga, a agua e as folhas de catinga de mulata, coloque para ferver, quando estiver fervendo, adicione o arroz e deixe secar a água, tampe. Reserve.
Na hora que for servir retire as folhas e misture o creme de leite.

Acompanhe a receita no youtube: https://youtu.be/bambGcFpwAo

Elaborado pelo chef Felipe Gemaque

 

Pirão: iguaria versátil

Um dos nossos pratos característicos é o pirão de farinha de mandioca, que remonta hábitos alimentares dos indígenas que habitavam a região. O seu preparo é simples e nada mais é do que uma “papa” dessa farinha misturada com água ou diferentes tipos de caldos. O mais comum é o pirão de caldo de peixe, feito com a água em que foram cozidos peixes, sempre com cuidado ao mexer para não embolotar. É servido como acompanhamento do prato principal.

Pirão d’água com li5526b6f3333c97-69007158nguiça

Popularmente conhecido como pirão de náilon, é feito somente com a farinha de mandioca e água fervente. Também pode ser temperado com sal, temperos verdes, pimenta, alfavaca ou manjericão para servir de acompanhamento de uma carne ou linguiça Blumenau.

Ingredientes (para duas pessoas)

1 linguiça tipo Blumenau defumada cortada em rodelas
2 xícaras de farinha de mandioca
½ litro de água fervente
Tempero verde a gosto

Modo de preparo

1. Aqueça uma frigideira e frite a linguiça em fogo médio.
2. Em uma tigela ou prato fundo, coloque a farinha, o cheiro verde picado e acrescente aos poucos a água fervente.
3. Mexa e acrescente água até atingir a textura cremosa.
4. Coloque por cima do pirão a linguiça frita com a gordura da fritura, que o deixará ainda mais saboroso.

Pirão de leite com carne de sol

Ingredientes (para 6 pessoas)

1kg de carne de sol, de preferência com um pouco de gordura
2 colheres (sopa) de óleo
2 cebolas grandes em rodelas
2 colheres (sopa) de manteiga
1 litro de leite fervido
Sal a gosto
Farinha de mandioca crua bem fininha
Salsa e cebolinha ou
coentro picado

Modo de preparo

1. Corte a carne em pedaços grandes. Lave-a bem e coloque-a numa vasilha, cobrindo com água por 4 horas para tirar o excesso de sal.
2. Numa panela com o óleo, coloque a carne com a parte da gordura virada para baixo. Frite rapidamente, não deixando cozinhar muito para não endurecer.
3. Retire os pedaços e reserve, mantendo-os quentes. Em seguida, frite na mesma panela, as cebolas. Coloque-as por cima
da carne.
4. Ainda na mesma panela, prepare o pirão. Coloque a manteiga, o leite fervido e vá adicionando  a farinha bem devagar para não formar pelotas.
5. Mexa até obter um pirão cremoso. Se passar do ponto, coloque um pouco mais de leite. Prove o sal, coloque em uma  travessa e decore com o cheiro verde.
6. Sirva quente acompanhando a carne de sol acebolada.

 

Fonte: Destemperados

O que é o tucupi e como ele é produzido

Nos últimos anos diversos importantes ingredientes nacionais vêm ganhando destaque, sendo pesquisados e despertando o paladar das pessoas. O tucupi, liquido de cor amarela forte e típico da região norte do país, é um ótimo exemplo para retratar essa atenção que se voltou para os produtos da cozinha nacional. Antes de adentrar a esse fantástico ingrediente, precisamos primeiro falar da mandioca, tucupique não é apenas a matéria prima do tucupi, mas também um símbolo do Brasil, presente de norte a sul do país.

A mandioca (também chamada de aipim ou macaxeira) é sem dúvidas um dos nossos mais importantes ingredientes, que além de estar presente do hábito alimentar do brasileiro, possui uma grande importância cultural e histórica. Produto extremamente versátil, onde desde a sua folha até a sua raiz tudo é aproveitado, sendo os indígenas responsáveis pela criação dos subprodutos da mandioca, incluindo o tucupi.

O tucupi é base da culinária norte do país e da comunidade indígena, e trata-se basicamente do caldo que é extraído da mandioca ao processa-la. Assim como a maioria dos ingredientes, a sua produção possui algumas peculiaridades, como o fato da mandioca utilizada ser da espécie “brava”, altamente venenosa pela presença de ácido cianídrico em sua composição. Como fase inicial, a mandioca é descascada, ralada e espremida. O caldo resultante será utilizado para fazer o tucupi, e a parte sólida restante para a farinha.

Com o liquido extraído da mandioca, inicia-se a fase final e importante da produção do tucupi, que é a remoção por completo da substancia venenosa presente. Por cerca de várias horas o liquido amarelado é fervido, e só depois pode ser consumido.  O resultado é um caldo versátil, com uma acidez única, e ingrediente principal do famoso prato paraense “pato no tucupi”.  O tucupi ganha a cada dia mais espaço fora de sua região típica, no gosto dos chefs de cozinha, e até nos diversos estudos e pesquisas sobre o seu benefício que vêm sendo realizados.

Fonte: Petit Gastrô

Inove o clássico: receitas ainda melhores com um toque da Amazônia

pudim-cortadoAcreditamos que as receitas tradicionais são a base da cultura de um povo. A partir delas, podemos entender e conhecer os hábitos alimentares de um país, uma região ou mesmo uma cidade. Valorizamos a tradição, porém gostamos de adicionar Amazônia aos sabores clássicos. Fizemos um teste com o tradicional pudim, e pudemos comprovar um ganho espetacular de sabor! A dica é bem simples: experimente colocar 200 ml do nosso licor de Jamburana em fogo baixo, de 20 a 30 minutos: ele reduz para um ponto de calda e pode ser usado por cima daquele pudim de leite delicioso!

Priprioca, bem mais que um cheiro – um paladar

Você sabe o que é priprioca? A palavra pode soar estranha, mas a planta originária da Amazônia começa a ser incorporada a algumas áreas, como perfumaria e culinária. Já é possível encontrar, por exemplo, em cosméticos da Natura e nos pratos sofisticados do estrelado chef Alex Atala.

SAO PAULO 20/09/2014 PALADAR / 8º PALADAR COZINHA DO BRASIL / ESTUDIO / PRIPRIOCA - NEKA MENNA BARRETO - AGUAS DE CHEIRO /FOTO ROBERTO SEBA/ESTADAO

Se pelo Brasil afora a priprioca é pouco conhecida, no Pará ela representa uma importante fonte de renda para muitas famílias de agricultores e feirantes. Principal ingrediente dos encantados banhos de cheiro usados pelos paraenses nas festas de São João e nas comemorações de fim de ano, a planta já virou até tema de livro. Desde 2000, o vegetal é alvo de estudos realizados pelo Museu Paraense Emilio Goeldi, em parceria com outras instituições de pesquisa – Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Universidade Federal do Pará (UFPA), Embrapa Amazônia Oriental e Universidade do Estado do Pará (UEPA) -, cujos resultados estão reunidos no livro Priprioca: Um Recurso Aromático do Pará , organizado pelas pesquisadoras Graça Zoghbi e Raimunda Potiguara.

“O óleo da priprioca já havia sido indicado como de excelente qualidade olfativa quando foi analisado por perfumistas suíços ainda na década de 1980, no INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), em Manaus”, disse Graça, que trabalhou com a extração do óleo e a identificação de sua composição química. E, diante de sua experiência no assunto, afirmou: “A planta é um insumo importante para a perfumaria, já que tem um óleo essencial com excelência de qualidade olfativa e de difícil recomposição sintética. Além disso, já era comercializada no Estado, na feira Ver-o-Peso e também utilizada pelas empresas de perfumaria regionais há mais de 30 anos da data de lançamento dos produtos atuais”

 

Da mata para mesas sofisticadas
O premiado chef Alex Atala, proprietário dos restaurantes D.O.M e Dalva e Dito, em São Paulo, descobriu a priprioca durante suas viagens à Amazônia. “Seu odor fica entre aromas de ervas secas e madeiras e remete ao patchouli.” Alex acrescentou a planta em suas criações gastronômicas.

Se durante anos o vegetal passou despercebido pelos gourmants por conta de sua utilização para confecção de perfumes, agora pode ser apreciado em forma de aroma na comida. “Incluí a priprioca pela capacidade que este aroma tem de ser aplicado em doces, salgados e carnes como agente aromatizador. Sempre tendo em vista que o sabor é o aroma líquido.” O chef adquire a planta nos mercados da Amazônia, ainda o único lugar de comercialização in natura.

Para isso, ele explica que há dois processos para extrair o aroma da priprioca. Pode ficar 15 dias no álcool de cereais – um processo rudimentar, dos mais antigos de extração de aromas. E também por destilação a frio – um processo laboratorial. O chef usa o primeiro processo para garantir o aroma da planta em duas sobremesas, uma no D.O.M. e outra no Dalva e Dito, e em dos pratos dos menus degustação do D.O.M.

Cosméticos
O óleo essencial extraído da raiz da priprioca faz parte do palete de 12 óleos essenciais e aromáticos da empresa Natura. Ele compõe, com outros óleos, a assinatura olfativa da marca. Na linha Ekos Priprioca há os seguintes produtos: Colônia Essência do Brasil, Água de Banho, Desodorante Corporal, Óleo para Corpo, Hidratante para Banho, Sabonete em Barra e Perfume do Brasil.

A Natura escolheu a priprioca para uma de suas linhas porque é extraída da biodiversidade brasileira. Segundo a empresa, “seu perfume é marcante e inusitado, um aroma tão único e fascinante que reúne, ao mesmo tempo, a riqueza da nossa mata e a força da tradição dos povos da floresta”.

A priprioca utilizada pela Natura é extraída por um grupo de agricultores cooperativados do Pará. A extração é feita de forma sustentável através de um processo de aproximação, desenvolvimento e relacionamento com comunidades extrativistas.

Segundo a empresa, a planta é extraída das comunidades de Campo Limpo, no município de Santo Antônio de Tauá, Vai-quem-quer, localizada na ilha de Cotijuba e Boa Vista, todas localizadas no Amazonas. É cultivada e extraída do canteiro do quintal das casas. Em seguida é colhida, ensacada e transportada para a beira de um igarapé. É a hora da lavagem. Homens e mulheres entram na água, desensacam as raízes e enxáguam. A priprioca já reensacada é transportada para o depósito comunitário.

Outros usos
O conhecimento da priprioca é uma herança dos povos da Amazônia. Plantada em seus quintais, ralada ou raspada, era também usada como remédio.

No artigo intitulado Uso e Importância Econômica da Priprioca no Pará, escrito por Jorge Oliveira, do Museu Goeldi, em parceria com Graça Zoghbi, há relatos de que os tubérculos foram utilizados, durante muito tempo, na elaboração de uma tintura analgésica e antitérmica. O líquido, chamado “vinagre aromático”, era comercializado nas farmácias ou produzido de forma caseira e continha, além da priprioca, vinagre, folhas de eucalipto e dentes de alho. Essa tintura servia de compressas geralmente aplicadas na testa, contra dor de cabeça, e no peito e costas do paciente para atenuar a febre.

Outra utilização do vegetal, mesmo em menor escala, é para o artesanato. O escapo floral que constitui a parte aérea da espécie é reaproveitado por artesãos no acabamento de peças decorativas, como vasos, cinzeiros e caixinhas de madeira. Eles trabalham o que não é utilizado na perfumaria –

o caule – também desprezado pelos feirantes.

Tudo que você precisa saber sobre o Açaí

A frutinha roxa,  que nasce em u5256_25823m cacho na palmeira chamada de açaizeiro (Euterpe oleracea mart) é uma das frutas brasileiras que se tornaram mais conhecidas e consumida nos últimos anos. Especialmente para as pessoas que frequentam academias de ginástica, praticam esportes ou cuidam da saúde e do bem-estar, de modo geral. Isto porque, a fruta é um grande energético natural!

Nativa das várzeas da região amazônica, o fruto é consumido pela população local desde sempre e de diversas formas, em várias receitas, inclusive salgadas, como acompanhando peixes, garantindo, além de energia, muitos outros benefícios à saúde. Desde que seu consumo se popularizou e o açaí passou a ser consumido no resto do país, a curiosidade sobre as propriedades dessa pequena fruta aumentou, principalmente porque outros países também passaram a consumir esse poderoso suplemento nutricional.

Rico em vitaminas E, B1, B2, B3 e C, fibras, cálcio, fósforo, ferro,  minerais e potássio, além de ácidos graxos, o açaí possui pigmentos que dão à fruta aquela cor roxa intensa e estes, possuem ingredientes que são antioxidantes e, de tão nutritivos, fazem dele um dos alimentos mais saudáveis que existem!

Por conta disso, ele é um poderoso combatente dos radicais livres, causadores de inúmeras doenças e envelhecimento precoce de todas as células!

Bons motivos para você consumi-lo

  • Ele possui alto teor de antocianinas, presentes em outros alimentos de cor roxa, como uvas, elas garantem uma melhor circulação sanguínea e protegem o organismo contra o acúmulo de placas de gordura, assim, garantem a saúde das veias e artérias, consequentemente, o sistema cardiovascular é beneficiado. Apenas para se ter uma ideia, um litro de açaí, contém 35 vezes mais antocianina do que um litro de vinho tinto!
  • As fibras da fruta facilitam o trânsito intestinal, evitando a prisão de ventre, o que garante, entre outros benefícios, uma melhor digestão dos alimentos, ajudando a evitar o acúmulo de gordura.
  • O açaí é rico em ácido oleico, uma gordura essencial que  protege contra o câncer de três maneiras: bloqueando os genes que causam a doença; atrasando o desenvolvimento de tumores e fazendo as células da doença se autodestruírem.

Açaí engorda?

Apesar de todos os excelentes benefícios à saúde obtidos com essa fruta, é necessário algum cuidado com o modo como consumimos o açaí, pois, em 100 gramas da fruta in natura, ela possui 247 calorias, o que não é muito, não é verdade? Mas, o problema surge quando as pessoas seguem as receitas (deliciosas e nutritivas) e acrescentam outros elementos à tigela de açaí, como granola, aveia, banana, mel, entre outros. Essas misturas são excelentes, mas apenas para quem pratica atividades físicas regulares e queima as calorias extras adquiridas.

Quem está de olho na balança, deve dar preferência por bater a fruta apenas com água ou água de coco, assim, não há acúmulo de calorias. O consumo por quem não quer engordar, deve se resumir a um copo de até 300ml de suco ou uma tigela pequena de polpa de açaí pura, sem nada extra acompanhando.

Metade da polpa da  fruta é composta por gorduras, mas são do tipo poliinsaturadas, que protegem o sistema cardiovascular, especialmente o coração. Apesar disso, não deixa de ser “engordativa”! Por isso, o consumo deve ser moderado.